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Usuario(a): isaura.zanardini@unioeste.br - em 8 de Novembro de 2024
Representação: Colegiado do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação - - MstEdc/Csc
O Fórum dos Programas de Pós-Graduação do Campus de Cascavel por meio desta contribuição, reforça as indicações da Carta do Fórum de Coordenadores dos Programas de Pós-Graduação do Campus de Cascavel entregue ao reitor em fevereiro deste ano, em especial no que diz respeito à necessidade de:
Políticas de incentivo à permanência dos docentes permanentes nos Programas,
Políticas de incentivo ao credenciamento de novos docentes permanentes nos Programas;
Políticas de incentivo à permanência de docentes sênior nos Programas;
Desenvolvimento de políticas de incentivo à permanência dos alunos regulares;
Melhoria das condições dos laboratórios, espaço físico dos Programas e provimento de apoio técnico qualificado nesses espaços, incluindo Assistentes de Coordenação;
Desenvolvimento de políticas institucionais de Saúde Mental de docentes, discentes e técnicos dos Programas;
Continuidade das ações de apoio à internacionalização dos Programas;
Desenvolvimento de políticas afirmativas.
Consideramos que mais importante que aumentar o número de programas, seja garantir que os já existentes tenham qualidade (e há muito o que melhorar nos já existentes). Por isso, muito mais do que sugerir várias ações, que não poucas vezes parecem desconectas (a exemplo de aumentar prazo de defesas de mestrado e doutorado, já que esses prazos são determinados por instâncias governamentais que regulam os programas em todo o país; e não sofrerá nenhuma influência de ações locais), seria necessário identificar as deficiências e potencialidade de cada programa e criar estratégias reais para sanar essas deficiências (as quais a Universidade será, DE FATO, capaz de sanar). Caso contrário, ficaremos investindo energia em criar listas que QUASE SEMPRE resultam em nada (e isso tem se repetido de forma muito constante).
Consideramos importante criar estratégias para estreitar relações entre a pós-graduação e a graduação. Uma forma disso se tornar possível é que os orientadores de programa de pós estejam inseridos na iniciação científica e façam projetos de IC vinculados aos de mestrado e doutorado. Porém, o que se percebeu na última seleção de PIBIC, foi uma redução no número de bolsas (ação contrária à intenção de estreitar relação com a graduação). Também, sugere-se que, dentre os critérios de distribuição de bolsas, poderia-se levar em conta se aquele projeto está ou não vinculado à pesquisas em PARCERIA com a pós-graduação.
Outro ponto importante é que hoje, um docente estar vinculado a pós graduação é “penoso”. Isso porque, diferente do que acontece na graduação ou no lato-senso (uma vez que, se a produção feita não for publicada, isso não impacta diretamente o curso), no strictu-senso, quando um docente+aluno não conseguem publicar (e publicar bem), o PROGRAMA é penalizado. O ato de orientar e produzir ciência DE QUALIDADE demanda tempo de investimento. Contudo, na hora de realizar a distribuição de aulas na graduação, o docente do strictu-senso tem as mesmas atribuições em termos de carga horária, que os colegas que não tem essa “obrigatoriedade” (e esse é o termo correto quando se está no strictu-senso) de publicar. Por consequência, a Universidade deveria estar comprometida em defender uma distribuição de carga horária mais adequada para a realidade de docentes vinculados aos cursos de mestrado e doutorado. A exemplo da pontuação que rege a seleção do PIBIC, em que a pontuação dos docentes é calculada automaticamente e é usada para gerar a ordem de distribuição das bolsas; políticas similares poderiam ser utilizadas para AJUDAR a definir a carga horária dos docentes na graduação.
Investimento em infraestrutura e recursos físicos para o desenvolvimento de pesquisas é vital para a sobrevivência de muitos programas.
Suporte para pagamento de taxas de publicação também deveria ser um objetivo prioritário. Hoje, a depender da área, as taxas para pubicação na modalidade open acess (e muitas revistas científicas estão migrando para esse modelo) estão na casa dos milhares de dólares (ou euros ou libras), o que torna a publicação em revistas de alto impacto, PELO MODELO DE SUBMISSÃO TRADICIONAL SEM TAXAS, muito sofrida (em especial, que estamos competindo com pesquisas realizadas com recursos muito superiores aos que dispomos na Unioeste e que trazem superioridade metodológica à essas pesquisas). Inclusive, isso deveria ser um política da Universidade para auxiliar os programs de pós-graduação.
Nos preocupam as seguintes questões que constam da proposta de PDI submetida à consulta pela comunidade acadêmica:
Dentre as propostas de valorização e incentivo da pós-graduação e dos professores que atuam na Pós-Graduação, nos preocupa a priorização de elementos da lógica privada em uma Universidade Pública, como por exemplo a forma de realização de cursos de pós-graduação lato sensu mediante parcerias externas e com empresas; a ênfase nas plataformas;
Do que se tratam as ações de reconhecimento? Caracterizar a competividade entre os docentes? Entendemos que é necessário o reconhecimento e valorização de todos os professores e não apenas os da graduação.
Entendemos que as condições de trabalho na pós-graduação intensificam nossa sobrecarga de trabalho, e que ações que revejam a falta de AD para as disciplinas ministradas nos cursos de Mestrado e Doutorado poderiam ser uma dessas formas de reconhecimento;
Com relação ao incentivo à busca de professores com potencial para pesquisa para ingresso nos Programas, destacamos que as áreas estabelecem percentuais máximos para docentes externos e neste caso, o que precisamos é a consolidação de políticas institucionais que incentivem o credenciamento e a permanência de docentes internos. É disso que depende a sobrevivência de nossos Programas.
Entendemos que é muito mais produtivo focar em poucos pontos, mas estar comprometido em saná-los, do que ter uma lista enorme de ações que não poderão ser concretizadas
No que diz respeito ao PEE sugerimos que seja adicionado à redação: órgão suplementar ou Núcleo
Na proposta analisada, há casos de confusão entre metas e ações. Sugerimos uma revisão cuidadosa;
No item 13.8 sugerimos acrescentar o estímulo ao aprendizado de línguas estrangeiras pelos docentes e questionamos se “divulgar” daria conta deste estímulo
13.9 O correto é língua portuguesa
Usuario(a): isaura.zanardini@unioeste.br - em 8 de Novembro de 2024
Representação: Colegiado do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação - - MstEdc/Csc
O Fórum dos Programas de Pós-Graduação do Campus de Cascavel por meio desta contribuição, reforça as indicações da Carta do Fórum de Coordenadores dos Programas de Pós-Graduação do Campus de Cascavel entregue ao reitor em fevereiro deste ano, em especial no que diz respeito à necessidade de:
Políticas de incentivo à permanência dos docentes permanentes nos Programas,
Políticas de incentivo ao credenciamento de novos docentes permanentes nos Programas;
Políticas de incentivo à permanência de docentes sênior nos Programas;
Desenvolvimento de políticas de incentivo à permanência dos alunos regulares;
Melhoria das condições dos laboratórios, espaço físico dos Programas e provimento de apoio técnico qualificado nesses espaços, incluindo Assistentes de Coordenação;
Desenvolvimento de políticas institucionais de Saúde Mental de docentes, discentes e técnicos dos Programas;
Continuidade das ações de apoio à internacionalização dos Programas;
Desenvolvimento de políticas afirmativas.
Consideramos que mais importante que aumentar o número de programas, seja garantir que os já existentes tenham qualidade (e há muito o que melhorar nos já existentes). Por isso, muito mais do que sugerir várias ações, que não poucas vezes parecem desconectas (a exemplo de aumentar prazo de defesas de mestrado e doutorado, já que esses prazos são determinados por instâncias governamentais que regulam os programas em todo o país; e não sofrerá nenhuma influência de ações locais), seria necessário identificar as deficiências e potencialidade de cada programa e criar estratégias reais para sanar essas deficiências (as quais a Universidade será, DE FATO, capaz de sanar). Caso contrário, ficaremos investindo energia em criar listas que QUASE SEMPRE resultam em nada (e isso tem se repetido de forma muito constante).
Consideramos importante criar estratégias para estreitar relações entre a pós-graduação e a graduação. Uma forma disso se tornar possível é que os orientadores de programa de pós estejam inseridos na iniciação científica e façam projetos de IC vinculados aos de mestrado e doutorado. Porém, o que se percebeu na última seleção de PIBIC, foi uma redução no número de bolsas (ação contrária à intenção de estreitar relação com a graduação). Também, sugere-se que, dentre os critérios de distribuição de bolsas, poderia-se levar em conta se aquele projeto está ou não vinculado à pesquisas em PARCERIA com a pós-graduação.
Outro ponto importante é que hoje, um docente estar vinculado a pós graduação é “penoso”. Isso porque, diferente do que acontece na graduação ou no lato-senso (uma vez que, se a produção feita não for publicada, isso não impacta diretamente o curso), no strictu-senso, quando um docente+aluno não conseguem publicar (e publicar bem), o PROGRAMA é penalizado. O ato de orientar e produzir ciência DE QUALIDADE demanda tempo de investimento. Contudo, na hora de realizar a distribuição de aulas na graduação, o docente do strictu-senso tem as mesmas atribuições em termos de carga horária, que os colegas que não tem essa “obrigatoriedade” (e esse é o termo correto quando se está no strictu-senso) de publicar. Por consequência, a Universidade deveria estar comprometida em defender uma distribuição de carga horária mais adequada para a realidade de docentes vinculados aos cursos de mestrado e doutorado. A exemplo da pontuação que rege a seleção do PIBIC, em que a pontuação dos docentes é calculada automaticamente e é usada para gerar a ordem de distribuição das bolsas; políticas similares poderiam ser utilizadas para AJUDAR a definir a carga horária dos docentes na graduação.
Investimento em infraestrutura e recursos físicos para o desenvolvimento de pesquisas é vital para a sobrevivência de muitos programas.
Suporte para pagamento de taxas de publicação também deveria ser um objetivo prioritário. Hoje, a depender da área, as taxas para pubicação na modalidade open acess (e muitas revistas científicas estão migrando para esse modelo) estão na casa dos milhares de dólares (ou euros ou libras), o que torna a publicação em revistas de alto impacto, PELO MODELO DE SUBMISSÃO TRADICIONAL SEM TAXAS, muito sofrida (em especial, que estamos competindo com pesquisas realizadas com recursos muito superiores aos que dispomos na Unioeste e que trazem superioridade metodológica à essas pesquisas). Inclusive, isso deveria ser um política da Universidade para auxiliar os programs de pós-graduação.
Nos preocupam as seguintes questões que constam da proposta de PDI submetida à consulta pela comunidade acadêmica:
Dentre as propostas de valorização e incentivo da pós-graduação e dos professores que atuam na Pós-Graduação, nos preocupa a priorização de elementos da lógica privada em uma Universidade Pública, como por exemplo a forma de realização de cursos de pós-graduação lato sensu mediante parcerias externas e com empresas; a ênfase nas plataformas;
Do que se tratam as ações de reconhecimento? Caracterizar a competividade entre os docentes? Entendemos que é necessário o reconhecimento e valorização de todos os professores e não apenas os da graduação.
Entendemos que as condições de trabalho na pós-graduação intensificam nossa sobrecarga de trabalho, e que ações que revejam a falta de AD para as disciplinas ministradas nos cursos de Mestrado e Doutorado poderiam ser uma dessas formas de reconhecimento;
Com relação ao incentivo à busca de professores com potencial para pesquisa para ingresso nos Programas, destacamos que as áreas estabelecem percentuais máximos para docentes externos e neste caso, o que precisamos é a consolidação de políticas institucionais que incentivem o credenciamento e a permanência de docentes internos. É disso que depende a sobrevivência de nossos Programas.
Entendemos que é muito mais produtivo focar em poucos pontos, mas estar comprometido em saná-los, do que ter uma lista enorme de ações que não poderão ser concretizadas
No que diz respeito ao PEE sugerimos que seja adicionado à redação: órgão suplementar ou Núcleo
Na proposta analisada, há casos de confusão entre metas e ações. Sugerimos uma revisão cuidadosa;
No item 13.8 sugerimos acrescentar o estímulo ao aprendizado de línguas estrangeiras pelos docentes e questionamos se “divulgar” daria conta deste estímulo
13.9 O correto é língua portuguesa
Usuario(a): isaura.zanardini@unioeste.br - em 8 de Novembro de 2024
Representação: Colegiado do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação - - MstEdc/Csc
O Fórum dos Programas de Pós-Graduação do Campus de Cascavel por meio desta contribuição, reforça as indicações da Carta do Fórum de Coordenadores dos Programas de Pós-Graduação do Campus de Cascavel entregue ao reitor em fevereiro deste ano, em especial no que diz respeito à necessidade de:
Políticas de incentivo à permanência dos docentes permanentes nos Programas,
Políticas de incentivo ao credenciamento de novos docentes permanentes nos Programas;
Políticas de incentivo à permanência de docentes sênior nos Programas;
Desenvolvimento de políticas de incentivo à permanência dos alunos regulares;
Melhoria das condições dos laboratórios, espaço físico dos Programas e provimento de apoio técnico qualificado nesses espaços, incluindo Assistentes de Coordenação;
Desenvolvimento de políticas institucionais de Saúde Mental de docentes, discentes e técnicos dos Programas;
Continuidade das ações de apoio à internacionalização dos Programas;
Desenvolvimento de políticas afirmativas.
Consideramos que mais importante que aumentar o número de programas, seja garantir que os já existentes tenham qualidade (e há muito o que melhorar nos já existentes). Por isso, muito mais do que sugerir várias ações, que não poucas vezes parecem desconectas (a exemplo de aumentar prazo de defesas de mestrado e doutorado, já que esses prazos são determinados por instâncias governamentais que regulam os programas em todo o país; e não sofrerá nenhuma influência de ações locais), seria necessário identificar as deficiências e potencialidade de cada programa e criar estratégias reais para sanar essas deficiências (as quais a Universidade será, DE FATO, capaz de sanar). Caso contrário, ficaremos investindo energia em criar listas que QUASE SEMPRE resultam em nada (e isso tem se repetido de forma muito constante).
Consideramos importante criar estratégias para estreitar relações entre a pós-graduação e a graduação. Uma forma disso se tornar possível é que os orientadores de programa de pós estejam inseridos na iniciação científica e façam projetos de IC vinculados aos de mestrado e doutorado. Porém, o que se percebeu na última seleção de PIBIC, foi uma redução no número de bolsas (ação contrária à intenção de estreitar relação com a graduação). Também, sugere-se que, dentre os critérios de distribuição de bolsas, poderia-se levar em conta se aquele projeto está ou não vinculado à pesquisas em PARCERIA com a pós-graduação.
Outro ponto importante é que hoje, um docente estar vinculado a pós graduação é “penoso”. Isso porque, diferente do que acontece na graduação ou no lato-senso (uma vez que, se a produção feita não for publicada, isso não impacta diretamente o curso), no strictu-senso, quando um docente+aluno não conseguem publicar (e publicar bem), o PROGRAMA é penalizado. O ato de orientar e produzir ciência DE QUALIDADE demanda tempo de investimento. Contudo, na hora de realizar a distribuição de aulas na graduação, o docente do strictu-senso tem as mesmas atribuições em termos de carga horária, que os colegas que não tem essa “obrigatoriedade” (e esse é o termo correto quando se está no strictu-senso) de publicar. Por consequência, a Universidade deveria estar comprometida em defender uma distribuição de carga horária mais adequada para a realidade de docentes vinculados aos cursos de mestrado e doutorado. A exemplo da pontuação que rege a seleção do PIBIC, em que a pontuação dos docentes é calculada automaticamente e é usada para gerar a ordem de distribuição das bolsas; políticas similares poderiam ser utilizadas para AJUDAR a definir a carga horária dos docentes na graduação.
Investimento em infraestrutura e recursos físicos para o desenvolvimento de pesquisas é vital para a sobrevivência de muitos programas.
Suporte para pagamento de taxas de publicação também deveria ser um objetivo prioritário. Hoje, a depender da área, as taxas para pubicação na modalidade open acess (e muitas revistas científicas estão migrando para esse modelo) estão na casa dos milhares de dólares (ou euros ou libras), o que torna a publicação em revistas de alto impacto, PELO MODELO DE SUBMISSÃO TRADICIONAL SEM TAXAS, muito sofrida (em especial, que estamos competindo com pesquisas realizadas com recursos muito superiores aos que dispomos na Unioeste e que trazem superioridade metodológica à essas pesquisas). Inclusive, isso deveria ser um política da Universidade para auxiliar os programs de pós-graduação.
Nos preocupam as seguintes questões que constam da proposta de PDI submetida à consulta pela comunidade acadêmica:
Dentre as propostas de valorização e incentivo da pós-graduação e dos professores que atuam na Pós-Graduação, nos preocupa a priorização de elementos da lógica privada em uma Universidade Pública, como por exemplo a forma de realização de cursos de pós-graduação lato sensu mediante parcerias externas e com empresas; a ênfase nas plataformas;
Do que se tratam as ações de reconhecimento? Caracterizar a competividade entre os docentes? Entendemos que é necessário o reconhecimento e valorização de todos os professores e não apenas os da graduação.
Entendemos que as condições de trabalho na pós-graduação intensificam nossa sobrecarga de trabalho, e que ações que revejam a falta de AD para as disciplinas ministradas nos cursos de Mestrado e Doutorado poderiam ser uma dessas formas de reconhecimento;
Com relação ao incentivo à busca de professores com potencial para pesquisa para ingresso nos Programas, destacamos que as áreas estabelecem percentuais máximos para docentes externos e neste caso, o que precisamos é a consolidação de políticas institucionais que incentivem o credenciamento e a permanência de docentes internos. É disso que depende a sobrevivência de nossos Programas.
Entendemos que é muito mais produtivo focar em poucos pontos, mas estar comprometido em saná-los, do que ter uma lista enorme de ações que não poderão ser concretizadas
No que diz respeito ao PEE sugerimos que seja adicionado à redação: órgão suplementar ou Núcleo
Na proposta analisada, há casos de confusão entre metas e ações. Sugerimos uma revisão cuidadosa;
No item 13.8 sugerimos acrescentar o estímulo ao aprendizado de línguas estrangeiras pelos docentes e questionamos se “divulgar” daria conta deste estímulo
13.9 O correto é língua portuguesa
Usuario(a): neide.matos@unioeste.br - em 8 de Novembro de 2024
Representação: Colegiado de Pedagogia (Csc) - ClgPdg/Csc
O Colegiado de Pedagogia manifesta-se com relação a proposta de PDI em consulta, salientando que os pontos levantados não poderiam ser implementados sem um amplo debate, na medida em que revisam ou até mesmo contrapõem o modelo de universidade até então vigente. O modo de encaminhamento adotado na elaboração do PDI, infelizmente não corresponde às necessidades de uma discussão realmente democrática, porque as sugestões são enviadas pontualmente, aceitas ou não por uma comissão sem a possibilidade de interlocução. O razoável seria que a elaboração deste PDI, dado a quantidade de proposições polêmicas, fosse por amplo debate de ideias que levasse em conta, inclusive, as pesquisas e produções acadêmicas existentes em nossa universidade que abordaram essas questões.
Usuario(a): schaiana.grade@unioeste.br - em 7 de Novembro de 2024
Representação: Colegiado do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Desenvolvimento - CCA/MCR-4
O PDI está EXTREMAMENTE focado em infraestrutura! Algo muito importante, porém é necessário otimizar os Fluxos de Trabalho e de Funções. Devido a nova legislação e afins, não existe atualmente na Instituição encontro de informações, transparência e direcionamento.
Setores estão em constante discordâncias sobre suas atribuições.
Ex: Cita-se levantamento de informações para reformas/adequações/construções. Porém não cita-se quais são os setores direcionados a atender essas novas demandas.
Atualmente existe na Instituição apenas acordos verbais entre a comunidade, o que gera inúmeras questões. A comunidade interna e externa não tem conhecimento a quem procurar para sanar suas dúvidas e demandas.
Sugestões:
- Criação e implementação clara e Institucional de Segregação de Funções e Trâmites, conforme orientação do Tribunal de Contas.
- Criação de um modelo ÁGIL entre Campi para levantamento de Demandas.
- Criação de um sistema de Transparência Institucional sobre utilização e captação de recursos.
- Constante Treinamento dos Setores para estarem alinhados as novas legislações.
Usuario(a): nelci.nardelli@unioeste.br - em 7 de Novembro de 2024
Representação: Sistema de Controle Interno, Integridade e Compliance - NIC
SUGESTÕES ELABORADAS PELA ÁREA DA CORREGEDORIA, OBSERVADAS AS DIRETRIZES DO CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINAR DA UNIOESTE (RESOLUÇÃO 099/2023-COU)
Princípios:
Além dos princípios constitucionais da Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência, a Unioeste tem como princípios fundamentais em sua organização e especificidade multicampi, os Princípos:
Da Autonomia Universitária, didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial;
Da Excelência no Ensino, Pesquisa, Extensão, Inovação e de Gestão Administrativa;
Da Gestão democrática com base em instâncias deliberativas colegiadas, com unidade de patrimônio e administração;
Da Motivação para toda ação administrativa;
Da Razoabilidade, proporcionalidade e impessoalidade;
Do Interesse Público.
Valores:
Orientar-se e primar pela excelência acadêmica, pelo respeito aos direitos e observância aos deveres da Comunidade Acadêmica. Zelar e promover a dignidade humana, a ética e integridade, a equidade, a diversidade, a o engajamento institucional, a sustentabilidade e a responsabilidade social.
Usuario(a): gabriella.hizume@unioeste.br - em 6 de Novembro de 2024
Representação: Colegiado de Direito (Foz) - ClgDrt/Foz
Regular a gratificação/função dos coordenadores dos Núcleos de Prática Jurídica dos cursos de Direito dada a responsabilidade não apenas institucional, mas perante a sociedade e o Poder Judiciário, o Ministério Público e a Ordem dos Advogados do Brasil que assumem. Assumem atividade semelhante a de chefes de escritórios de advocacia, com responsabilidades legais que vão muito além docência.
Usuario(a): dirceu.baumgartner@unioeste.br - em 6 de Novembro de 2024
Representação: Centro de Engenharias e Ciências Exatas - CECE-Tol
Alterar o regime de matrículas do alunos de graduação, deixando de ser anual e por série, e passando para o regime de matriculas semestral e por disciplinas.
Usuario(a): dirceu.baumgartner@unioeste.br - em 6 de Novembro de 2024
Representação: Centro de Engenharias e Ciências Exatas - CECE-Tol
Manifestamos apoio a a sugestão do CCHS Toledo que diz:
PROPOSTAS PARA O PDI – UNIOESTE 1. Implantar laboratórios para a gravação e a edição de vídeo-aulas, destinados a preparação e disponibilização de aulas e temas de formação complementar aos alunos. Isto para facilitar a aprendizagem de temas e conteúdos teóricos, permitindo que a sala de aula se torne um ambiente mais vocacionado a atividades mais práticas, com debates, resolução de problemas e trabalhos colaborativos. Não se trata de substituir o ensino presencial, mas de reinventa-lo! 2. Transformar as salas de aula em ambientes tecnologicamente educacionais, a fim de ampliar as possibilidades de aprendizagem, dotadas de plataformas de ensino adaptativo, realidade aumentada, uso de inteligência artificial, tutorias automáticas e em tempo real, simuladores de ambientes virtuais de aprendizagem etc. As salas de aulas precisam ser transformadas em espaços de simulação e de construção de conhecimentos e de resolução de problemas práticos e teóricos, apoiadas em tecnologias educacionais de ponta. Em cinco anos as salas de aula da Unioeste precisam ser ambientes modernos, desafiadores e atrativos para a inteligência de alunos e professores. Engana-se quem acredita que o ambiente da sala de aula precisa ser atrativo apenas aos alunos. Os professores também precisam sentir que suas salas de aula são atrativas. 3. Reinventar o ensino presencial, rompendo com a oposição entre aula presencial e aula remota. Para isso a Unioeste precisa reinventar a noção de aula, para que ela extrapole o espaço da sala de aula e extrapole o tempo físico da hora aula. O ensino presencial reinventado não acontece somente no espaço da sala de aula, nem pela oposição entre o presencial e não presencial. O desafio será articular a formação pelo uso de recursos eletrônicos e virtuais, que se combinam e se articulam aos momentos físicos de presença em sala de aula. A principal mudança será como os conteúdos e as atividades serão distribuídas entre os momentos de sala de aula e os de não presença física em sala de aula. Assim, a sala de aula se transforma em espaço de aprendizado presencial e virtual simultaneamente. E os momentos externos a sala de aula, da mesma forma se convertem em espaços de aprendizagem pratica e virtual, mediante múltiplas combinações. 4. Criar um programa permanente de qualificação docente, com foco no domínio de novas tecnologias educacionais e novas metodologias de ensino-aprendizagem, contemplando o uso de recursos como gravação e edição de vídeo aulas, uso de metodologias ativas, utilização de simulações de atuação profissional e prestação de serviços nos percursos formativos dos alunos, dentre outros. 5. Estabelecer estratégias de ensino-aprendizagem, vinculadas aos grupos de pesquisa e programas de extensão, a fim de que os alunos vivenciem em condições reais experiencias de exercício do trabalho profissional. Os estudantes precisam ser inseridos em espaços coletivos (grupos de pesquisa e programas de extensão), nos quais possam realizar pesquisas, prestar serviços e atividades de extensão que sejam significativos em termos das atividades profissionais que venham a exercer. Isto para além dos estágios formais e obrigatórios previstos nos currículos dos cursos.
Usuario(a): dorisvaldo.silva@unioeste.br - em 6 de Novembro de 2024
Representação: Campus de Cascavel - CCsc
9.14 - Assegurar o atendimento de acadêmicos nos espaços das assessorias pedagógica e dos PAPSI - Pronto Atendimento Psicológico e Saúde Integral em todos os campi
9.14.1 Fazer um diagnóstico da demanda de acadêmicos a serem atendidos nos serviços
9.14.2 Disponibilizar espaço físico adequado para os atendimentos
9.14.3 Disponibilizar recursos humanos com formação adequada para os atendimentos
9.14.4 Instalar sistema de gerenciamento de atendimento em todos os campi, objetivando atender os setores afetos
9.14.5 Estabelecer processo de avaliação pela gestão dos campi para os serviços, objetivando adequar os recursos humanos, de materiais, de equipamentos para atender as demandas existentes
Usuario(a): dorisvaldo.silva@unioeste.br - em 6 de Novembro de 2024
Representação: Campus de Cascavel - CCsc
10.8.2.1 Ajustar a escrita ...relatório de acessibilidade arquitetônica elaborado pela comissão de Acessibilidade da Unioeste.
10.9... Implementar ações para melhorar a acessibilidade dos campi em conformidade com as normas da NBR 9050 vigente.
10.9....Atender as condições de acessibilidade arquitetônica, tecnológica e comunicacional dos campi de acordo com as recomendações das normas da NBR9050 vigente.
Usuario(a): marli.lima@unioeste.br - em 6 de Novembro de 2024
Representação: Campus de Toledo - CToo
Proposta dos Ag. Universitários do Campus de Toledo para o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI 2025-2029
Objetivos:
A Unioeste, tendo como missão produzir, sistematizar e socializar o conhecimento, contribuir com o desenvolvimento humano, científico, tecnológico e regional, e comprometer-se com a justiça, a democracia, a cidadania e a responsabilidade social. Nesse contexto, encaminhamos os pontos abaixo que no momento refletem as necessidades e aspirações dos Agentes Universitários, para garantir um trabalho mais eficiente e eficaz.
Metas:
1. Pagamento de bolsa para o Agente Universitário que possui graduação e que desenvolve pesquisa e extensão;
2. Pagamento de gratificação para o Agente Universitário que compõe comissão;
3. Propiciar a qualificação constante do Agente Universitário;
4. Pagamento do TIDE para todos os Agentes Universitários;
5. Implantação da possibilidade de trabalho domiciliar (home office);
6. Dar condições para os Agentes Universitários usufruírem da licença especial e licença capacitação;
7. Melhorar as condições de trabalho;
Ações:
1.1 Encaminhar proposta para as instâncias competentes, para viabilizar a proposta;
2.1 Pagamento de gratificação para o Agente Universitário que faz parte de comissão;
3.1 Previsão de um percentual de vagas para o Agente Universitário, para cursar graduação, lato sensu e stricto sensu;
4.1 Ampliar o número de pagamentos do TIDE, com a ampliação do Fundo de Captação de Recursos (FCR);
5.1 Criação de um plano de trabalho para realização de atividades em regime domiciliar/remoto;
6.1 A Unioeste oferecer e viabilizar cursos de no mínimo de 90 horas, presenciais, para usufruir a licença capacitação;
7.1 Melhorar a infraestrutura e limpeza diárias nos setores. Troca de equipamentos de trabalho (computadores, mesa de trabalho, cadeiras, cortinas, ar condicionado, etc).
Usuario(a): dirceu.baumgartner@unioeste.br - em 6 de Novembro de 2024
Representação: Centro de Engenharias e Ciências Exatas - CECE-Tol
Meta - modernizar as salas de aula.
ação - criar salas modernas. Ambientes que ofereçam conforto, interatividade e recursos para um aprendizado ativo. O ambiente deve proporcionar conforto físico (Temperatura controlada, iluminação adequada e mobiliário ergonômico), recursos tecnológicos (Equipamentos audiovisuais, conexão wi-fi de qualidade, tomadas e entradas USB acessíveis a todos, lousas interativas e outros recursos para aprendizado ativo), espaços amplos (que facilite a circulação e interação) e design acolhedor e moderno (com cores neutras e relaxantes e decoração inspiradora).
Usuario(a): gabriella.hizume@unioeste.br - em 6 de Novembro de 2024
Representação: Colegiado de Direito (Foz) - ClgDrt/Foz
O Colegiado do Curso de Direito de Foz do Iguaçu entende que o PDI necessita de maior discussão na comunidade acadêmica e que o prazo exíguo para sua análise resta por prejudicá-la. Observa-se também que a metodologia escolhida para as contribuições não está devidamente explicada. Afinal, como serão incorporadas as sugestões? Quem decide isto? Por fim, há vários temas colocados no PDI que são polêmicos entre estudiosos da área, como o uso da metodologia ativa, que interfere na autonomia didática dos docentes. Solicita-se que seja feita uma discussão mais ampla em prazo adequado e que as decisões sejam tomadas em Assembleia.
Usuario(a): jorge.both@unioeste.br - em 5 de Novembro de 2024
Representação: Colegiado do Programa de Pós-Graduação em Educação Física - PROEF - - CCHEL/MCR-7
Que a Instituição auxilie de forma estrutural e financeira os Programas Profissionais, os quais não possuem PROAP. De fato, o auxílio vinculado aos programas profissionais de stricto sensu está associado a gestão (pessoas) e não diretamente como uma política constituída e aprovada pela universidade;
Usuario(a): jorge.both@unioeste.br - em 5 de Novembro de 2024
Representação: Colegiado do Programa de Pós-Graduação em Educação Física - PROEF - - CCHEL/MCR-7
Que estejam garantidas as gratificações financeiras aos coordenadores e assistentes dos Programas Profissionais Strictu Senso
Usuario(a): jorge.both@unioeste.br - em 5 de Novembro de 2024
Representação: Colegiado do Programa de Pós-Graduação em Educação Física - PROEF - - CCHEL/MCR-7
Ao considerar a possibilidade da existência de programas strictu sensu ofertados por meio da educação à distância, ou mesmo híbridos, é necessária a garantia do funcionamento deles. Assim, questões associadas a bolsas para os tutores da educação à distância devem ser garantidas, tanto no ensino da graduação quanto no ensino da pós-graduação.
Usuario(a): silvio.colognese@unioeste.br - em 4 de Novembro de 2024
Representação: Centro de Ciências Humanas e Sociais - CCHS/Too
Alterar o regime academico das matrículas do alunos de graduação, deixando de ser por ano (regime anual e matriculas por serie), e passando para o regime de matriculas por disciplinas (regime semestral e de matriculas por disciplinas).
Usuario(a): lirane.ferreto@unioeste.br - em 1 de Novembro de 2024
Representação: Centro de Educação, Letras e Saúde - CEL/Foz
Realizar capacitações periódicas com a equipe de segurança e campanhas de conscientização para a comunidade acadêmica sobre práticas de segurança e como responder em situações de emergência.
Instalar sistemas de alarme e botões de pânico em locais estratégicos, como laboratórios de alta segurança e áreas de armazenamento de materiais sensíveis, para resposta imediata em caso de necessidade.
Estabelecer uma central de monitoramento que permita o acompanhamento em tempo real das câmeras, bem como a gestão dos acessos.
Melhorar a iluminação em áreas externas, como estacionamentos, vias de acesso e áreas de circulação, com foco em segurança noturna. A instalação de iluminação com sensores de movimento em pontos estratégicos ajuda a inibir atividades suspeitas e a melhorar a visibilidade.
Implementar fechaduras eletrônicas nas portas de laboratórios, salas de pesquisa e outras áreas de acesso controlado.9757677
Usuario(a): lirane.ferreto@unioeste.br - em 1 de Novembro de 2024
Representação: Agência de Inovação da Unioeste - Inova
Criar um programa estruturado de formação continuada, com cursos regulares sobre metodologias ativas, ensino híbrido, uso de tecnologias digitais na sala de aula e técnicas de avaliação inovadoras.
Oferecer cursos de curta e média duração, oficinas práticas e workshops que permitam aos docentes aprender e aplicar novas práticas pedagógicas de forma prática e acessível.
Desenvolver uma plataforma online onde os docentes possam acessar conteúdos de capacitação, como videoaulas, tutoriais, artigos e materiais de apoio, que possam ser consultados a qualquer momento.
Prever no orçamento anual uma verba específica para o financiamento de cursos, workshops, parcerias, eventos de capacitação pedagógica. contratação de especialistas, aquisição de materiais pedagógicos e manutenção da plataforma de educação continuada.
Usuario(a): lirane.ferreto@unioeste.br - em 1 de Novembro de 2024
Representação: Centro de Educação, Letras e Saúde - CEL/Foz
Instituir uma central dedicada à captação e gestão de oportunidades de parcerias e editais de financiamento voltados à pesquisa, com o objetivo de ampliar as fontes de recursos e fortalecer o desenvolvimento científico e tecnológico da instituição.
Disponibilizar uma equipe de apoio técnico para auxiliar os pesquisadores na preparação de documentos, revisão de projetos e orientação sobre requisitos específicos dos editais.
Oferecer uma análise de viabilidade dos projetos antes da submissão, identificando ajustes necessários para atender às exigências de cada chamada de financiamento.
Usuario(a): lirane.ferreto@unioeste.br - em 1 de Novembro de 2024
Representação: Agência de Inovação da Unioeste - Inova
Fortalecer a produção científica da instituição, ampliando as oportunidades de financiamento para publicações em revistas de alto impacto e promovendo a visibilidade da pesquisa desenvolvida.
Estabelecer um fundo específico para custear taxas de publicação em periódicos de alto impacto e acesso aberto, facilitando que pesquisadores publiquem em revistas internacionais com maior visibilidade.
Usuario(a): lirane.ferreto@unioeste.br - em 1 de Novembro de 2024
Representação: Centro de Educação, Letras e Saúde - CEL/Foz
Realizar um levantamento detalhado das demandas dos cursos de saúde, incluindo infraestrutura, recursos humanos, equipamentos de laboratório, bibliografia específica e necessidades pedagógicas. Desenvolver projetos para a atualização e manutenção de laboratórios e clínicas-escola, fundamentais para o ensino prático dos cursos de saúde. Esses projetos devem incluir a aquisição de equipamentos modernos e a renovação de espaços, visando atender às exigências acadêmicas e de mercado para a formação na área da saúde. Desenvolver iniciativas de capacitação contínua para os docentes e o corpo técnico-administrativo dos cursos de saúde, garantindo que estejam atualizados com as melhores práticas pedagógicas e técnicas, especialmente em áreas que envolvem tecnologia e inovação em saúde. Promover e apoiar a criação de projetos de pesquisa e inovação nas áreas de saúde, incentivando os docentes e alunos a desenvolverem iniciativas que impactem positivamente a ciência e a prática na saúde.
Usuario(a): lirane.ferreto@unioeste.br - em 1 de Novembro de 2024
Representação: Centro de Ciências da Saúde - CCS/FB
Montar uma equipe específica que centralize as tarefas relacionadas ao processo licitatório, com profissionais capacitados para buscar orçamentos, elaborar documentações e gerenciar os trâmites administrativos. Implementar ferramentas digitais para simplificar e padronizar a coleta de orçamentos e o preenchimento de documentos, facilitando o fluxo de trabalho e reduzindo possíveis erros.
Usuario(a): lirane.ferreto@unioeste.br - em 1 de Novembro de 2024
Representação: Centro de Ciências da Saúde - CCS/FB
Prever a instalação de um gerador de alta capacidade para o Centro de Ciências da Saúde, assegurando a continuidade das atividades essenciais no ambulatório e nos laboratórios, mesmo durante quedas de energia. Essa medida é crucial para garantir o funcionamento ininterrupto dos equipamentos e a preservação de amostras e materiais sensíveis.
Usuario(a): ednilse.willers@unioeste.br - em 31 de Outubro de 2024
Representação: Centro de Engenharias e Ciências Exatas - CECE-Tol
Convênio com instituições municipais para realização e fortalecimento do estágio supervisionado curricular obrigatório (direto);
Usuario(a): ednilse.willers@unioeste.br - em 31 de Outubro de 2024
Representação: Agência de Inovação da Unioeste - Inova
Institucionalizar a avaliação anual de docente/disciplina ministrada com o intuito de qualificar o ensino.9153832
Usuario(a): silvio.colognese@unioeste.br - em 29 de Outubro de 2024
Representação: Centro de Engenharias e Ciências Exatas - CECE-Tol
1. Criar um espaço de recreação infantil, acompanhado de monitoria, para filhos e filhas de membros da comunidade acadêmica (docentes, técnico administrativos e discentes). O objetivo desta proposta é criar um espaço de acolhimento seguro e recreação aos filhos e filhas da comunidade acadêmica no período noturno, quando escolas e CMEIs não oferecem atendimento, a fim de que os membros da comunidade não deixem de ir às atividades acadêmicas porque não têm onde deixar seus filhos. A justificativa para tal espaço é garantir estrutura para o acolhimento das crianças e assim evitar faltas recorrentes aos compromissos e até mesmo evasão de estudantes, os quais são também pais, cuidadores e cuidadoras.
O espaço precisa ser adaptado para o público infanto-juvenil, com materiais lúdicos para atividades recreativas, para tanto é necessário mesas adaptadas, recursos audiovisuais, lápis, canetas, massas de modelar, entre outros. É necessário também banheiro, trocador de fralda e tapetes antiderrapantes. É fundamental também que tenha ao menos uma monitoria no local, a fim de organizar as tarefas, monitorar as crianças e manter o espaço seguro.
Usuario(a): juliana.rocha@unioeste.br - em 29 de Outubro de 2024
Representação: Centro de Educação, Letras e Saúde - CEL/Foz
Propostas para o PDI Unioeste Campus Cascavel. Criação do curso de graduação de Artes Visuais. O profissional das Artes Visuais é um dos principais agentes da Economia Criativa. O mercado da área está em constante crescimento no circuito cultural, com a valorização da arte contemporânea e as novas linguagens e suportes que surgiram nos últimos anos. É por isso que quem segue nesta profissão pode:
Fazer desenhos, pinturas, esculturas, objetos, instalações, gravuras, performances, fotografias, videoarte e audiovisual em geral, a partir das mais variadas técnicas, e com possibilidade de intercessão de linguagens.
Organizar e produzir exposições, mostras, livros de artistas, pesquisas, obras de arte, curadorias, ações educativas e projetos culturais.
Atuar como crítico de arte, historiador, teórico ou curador de arte e arte-educador
Estudar desenho e plástica, comunicação e fotografia, arte contemporânea no Brasil e América Latina, pesquisa artística autônoma e original, poética e projeto artístico autoral.
Apesar de as Artes, muitas vezes, estarem vinculadas às Ciências Humanas, elas podem ser referenciadas como uma área de conhecimento à parte, centrada em linguagens próprias, como as artes visuais, a dança, a música e o teatro.
Usuario(a): - em 29 de Outubro de 2024
Representação: Centro de Engenharias e Ciências Exatas - CECE-Tol
AÇÃO:
Dar prioridade, em forma de cotas (ou maior pontuação), nos processos de seleção de bolsas (Iniciação científicca, tecnológica, estágios não obrigatórios, etc.) a pessoas em situação de vulnerabilidade sócio econômica, de forma que a bolsa contribua de forma a proporcionar equidade (não igualdade) a quem mais necessita dela.
Como implementar: caso a pessoa comprove vulnerabilidade com o CadUnico, nas secretarias acadêmicas, ganha prioridade na distribuição de bolsas.
Usuario(a): - em 29 de Outubro de 2024
Representação: Agência de Inovação da Unioeste - Inova
META:
Implementar em TODOS editais da universidade isenção de taxas para pessoas em vulnerabilidade sócio econômica dentro do próximo ano.
Usuario(a): maria.almeida9@unioeste.br - em 28 de Outubro de 2024
Representação: Colegiado de Farmácia (Csc) - ClgFrm/Csc
Gostaria de colaborar com as seguintes sugestões:
1. Infraestrutura:
1.1. Elaboração e implementação de um Laboratório Multiusuário para o CCMF/CCBS com equipamentos especiais (tais como cromatógrafos, espectrofotômetros, entre outros, segundo as demandas). Isso iria contribuir sobremaneira para a qualidade das pesquisas e consequentes publicações;
1.2. Para a consolidação de uma Política de Sustentabilidade, Educação Ambiental e Bem-viver:
1.2.1. Implantação de um Horto Didático no campus de Cascavel, como local de integração Ensino/Pesquisa/Extensão;
1.2.2. Construção de bicicletário no campus de Cascavel e solicitação/reforço junto ao município quanto a construção de ciclovia que venha do centro à universidade e entre os bairros.
1.2.3. Espaços de convivência nos campi e fomento a ações de cultura ao ar livre;
1.2.4. Implantação de pista de caminhada/corrida no campus e/ou ao redor, como forma de atrair a comunidade para ações saudáveis e coletivas;
1.2.5. Revisão das licitações e terceirizadas quanto ao contrato ambiental: evitar a compra de descartáveis (exemplo: copos plásticos e canetas de quadro não reutilizáveis); contrato com RU e cantinas (precisam prever a destinação de resíduos recicláveis e orgânicos);
1.2.6. Solicitação junto ao município que faça a coleta seletiva de recicláveis no campus, cumprimento da política de responsabilidade ambiental e implantação de uma compostagem no campus e HUOP para destinos das cozinhas.
2. Comunicação
2.1. Reformulação das páginas dos cursos e programas da Unioeste. Muitas carecem de qualquer informação, tais como: quadro docente, linhas de pesquisa, publicações, atividades de extensão, PPP, entre outras.
2.2. Elaboração de um "menu" de projetos de extensão, prestação de serviço e ligas acadêmicas que fique disponível na página de entrada da Unioeste.
2.3. Elaboração de "agenda de atividades" disponível na página principal e de fácil acesso.
Usuario(a): celito.bona@unioeste.br - em 27 de Outubro de 2024
Representação: Colegiado de Direito (MCR) - ClgDrt/Mcr
Gostaria de sugerir a implantação do curso de Direito em Toledo, pois pode contribuir para o fortalecimento do Centro de Ciências Sociais Aplicadas, bem como os projetos de extensão, pesquisa e ensino, tal como o Núcleo de Prática Jurídicas (NPJ), que contribuem para o desenvolvimento e concretização de direitos de uma parcela significativa da população em situação de vulnerabilidade. Outrossim, a maior parte dos alunos e professores de MCR são de Toledo; A instalação do curso em Toledo, no período noturno, abrangeria uma parcela significativa de uma população interessada no curso, ante suas múltiplas carreiras propiciadas, e que não possui condições de arcar sequer com o transporte para MCR (cerca de R$500,00 mensais) e que está inviabilizada de frequentar um curso matutino. Ademais, o NPJ, se atuando de forma interdisciplinar com os núcleos de práticas de Psicologia, Serviço Social e Secretariado Executivo, poderiam oferecer uma gama de serviços diferenciada à população de Toledo, com efetiva concretização de direitos, e com a qualidade dos cursos de uma universidade pública, gratuita e de qualidade. Trata-se de uma decisão estratégica para a definição de um modelo mais completo de atividades extensionistas que a UNIOESTE é conclamada a realizar ante sua responsabilidade social. Isso não prejudica o campus de MCR, que pode direcionar suas vagas à população de sua cidade e entorno, até Guaíra.
Usuario(a): graziela.braun@unioeste.br - em 26 de Outubro de 2024
Representação: Colegiado de Farmácia (Csc) - ClgFrm/Csc
Gostaria de sugerir para discussão o incentivo de uso de meios de transporte mais sustentáveis e saudáveis pela comunidade acadêmica. No campus de Cascavel, os estacionamentos estão ficando cada vez mais lotados de veículos e formas alternativas de acesso ao campus poderiam ser pensadas e incentivadas. Por falta de um lugar seguro para deixar as bicicletas, este é um meio que hoje as pessoas usam muito pouco.
Usuario(a): silvio.colognese@unioeste.br - em 25 de Outubro de 2024
Representação: Centro de Ciências Humanas e Sociais - CCHS/Too
PROPOSTAS PARA O PDI – UNIOESTE
1. Implantar laboratórios para a gravação e a edição de vídeo-aulas, destinados a preparação e disponibilização de aulas e temas de formação complementar aos alunos. Isto para facilitar a aprendizagem de temas e conteúdos teóricos, permitindo que a sala de aula se torne um ambiente mais vocacionado a atividades mais práticas, com debates, resolução de problemas e trabalhos colaborativos. Não se trata de substituir o ensino presencial, mas de reinventa-lo!
2. Transformar as salas de aula em ambientes tecnologicamente educacionais, a fim de ampliar as possibilidades de aprendizagem, dotadas de plataformas de ensino adaptativo, realidade aumentada, uso de inteligência artificial, tutorias automáticas e em tempo real, simuladores de ambientes virtuais de aprendizagem etc. As salas de aulas precisam ser transformadas em espaços de simulação e de construção de conhecimentos e de resolução de problemas práticos e teóricos, apoiadas em tecnologias educacionais de ponta. Em cinco anos as salas de aula da Unioeste precisam ser ambientes modernos, desafiadores e atrativos para a inteligência de alunos e professores. Engana-se quem acredita que o ambiente da sala de aula precisa ser atrativo apenas aos alunos. Os professores também precisam sentir que suas salas de aula são atrativas.
3. Reinventar o ensino presencial, rompendo com a oposição entre aula presencial e aula remota. Para isso a Unioeste precisa reinventar a noção de aula, para que ela extrapole o espaço da sala de aula e extrapole o tempo físico da hora aula. O ensino presencial reinventado não acontece somente no espaço da sala de aula, nem pela oposição entre o presencial e não presencial. O desafio será articular a formação pelo uso de recursos eletrônicos e virtuais, que se combinam e se articulam aos momentos físicos de presença em sala de aula. A principal mudança será como os conteúdos e as atividades serão distribuídas entre os momentos de sala de aula e os de não presença física em sala de aula. Assim, a sala de aula se transforma em espaço de aprendizado presencial e virtual simultaneamente. E os momentos externos a sala de aula, da mesma forma se convertem em espaços de aprendizagem pratica e virtual, mediante múltiplas combinações.
4. Criar um programa permanente de qualificação docente, com foco no domínio de novas tecnologias educacionais e novas metodologias de ensino-aprendizagem, contemplando o uso de recursos como gravação e edição de vídeo aulas, uso de metodologias ativas, utilização de simulações de atuação profissional e prestação de serviços nos percursos formativos dos alunos, dentre outros.
5. Estabelecer estratégias de ensino-aprendizagem, vinculadas aos grupos de pesquisa e programas de extensão, a fim de que os alunos vivenciem em condições reais experiencias de exercício do trabalho profissional. Os estudantes precisam ser inseridos em espaços coletivos (grupos de pesquisa e programas de extensão), nos quais possam realizar pesquisas, prestar serviços e atividades de extensão que sejam significativos em termos das atividades profissionais que venham a exercer. Isto para além dos estágios formais e obrigatórios previstos nos currículos dos cursos.
Usuario(a): silvio.colognese@unioeste.br - em 25 de Outubro de 2024
Representação: Centro de Ciências Humanas e Sociais - CCHS/Too
PROPOSTAS PARA O PDI – UNIOESTE
1. Implantar laboratórios para a gravação e a edição de vídeo-aulas, destinados a preparação e disponibilização de aulas e temas de formação complementar aos alunos. Isto para facilitar a aprendizagem de temas e conteúdos teóricos, permitindo que a sala de aula se torne um ambiente mais vocacionado a atividades mais práticas, com debates, resolução de problemas e trabalhos colaborativos. Não se trata de substituir o ensino presencial, mas de reinventa-lo!
2. Transformar as salas de aula em ambientes tecnologicamente educacionais, a fim de ampliar as possibilidades de aprendizagem, dotadas de plataformas de ensino adaptativo, realidade aumentada, uso de inteligência artificial, tutorias automáticas e em tempo real, simuladores de ambientes virtuais de aprendizagem etc. As salas de aulas precisam ser transformadas em espaços de simulação e de construção de conhecimentos e de resolução de problemas práticos e teóricos, apoiadas em tecnologias educacionais de ponta. Em cinco anos as salas de aula da Unioeste precisam ser ambientes modernos, desafiadores e atrativos para a inteligência de alunos e professores. Engana-se quem acredita que o ambiente da sala de aula precisa ser atrativo apenas aos alunos. Os professores também precisam sentir que suas salas de aula são atrativas.
3. Reinventar o ensino presencial, rompendo com a oposição entre aula presencial e aula remota. Para isso a Unioeste precisa reinventar a noção de aula, para que ela extrapole o espaço da sala de aula e extrapole o tempo físico da hora aula. O ensino presencial reinventado não acontece somente no espaço da sala de aula, nem pela oposição entre o presencial e não presencial. O desafio será articular a formação pelo uso de recursos eletrônicos e virtuais, que se combinam e se articulam aos momentos físicos de presença em sala de aula. A principal mudança será como os conteúdos e as atividades serão distribuídas entre os momentos de sala de aula e os de não presença física em sala de aula. Assim, a sala de aula se transforma em espaço de aprendizado presencial e virtual simultaneamente. E os momentos externos a sala de aula, da mesma forma se convertem em espaços de aprendizagem pratica e virtual, mediante múltiplas combinações.
4. Criar um programa permanente de qualificação docente, com foco no domínio de novas tecnologias educacionais e novas metodologias de ensino-aprendizagem, contemplando o uso de recursos como gravação e edição de vídeo aulas, uso de metodologias ativas, utilização de simulações de atuação profissional e prestação de serviços nos percursos formativos dos alunos, dentre outros.
5. Estabelecer estratégias de ensino-aprendizagem, vinculadas aos grupos de pesquisa e programas de extensão, a fim de que os alunos vivenciem em condições reais experiencias de exercício do trabalho profissional. Os estudantes precisam ser inseridos em espaços coletivos (grupos de pesquisa e programas de extensão), nos quais possam realizar pesquisas, prestar serviços e atividades de extensão que sejam significativos em termos das atividades profissionais que venham a exercer. Isto para além dos estágios formais e obrigatórios previstos nos currículos dos cursos.
Usuario(a): valdir.junior@unioeste.br - em 24 de Outubro de 2024
Representação: Centro de Ciências Sociais Aplicadas - CCSA/Foz
Com relação ao item 5 – IMPLEMENTAR AS POLÍTICAS DE PÓS-GRADUAÇÃO:
Avaliar a adoção de um objetivo específico para a Pesquisa que seja desvinculado da pós-graduação.
Sugestão:
Objetivo Específico X - Elevar o nível de excelência dos grupos de pesquisa e projetos de pesquisa da Unioeste.
Meta X.1 - Fazer uma avaliação diagnóstica quanto aos projetos de pesquisa e aos resultados obtidos em cada Grupo de Pesquisa.
Meta X.2 - Promover ações de capacitação na área de pesquisa para atender as demandas identificadas na avaliação diagnóstica
Meta X.3 - Alterar o regulamento de atribuição de horas para a pesquisa para que a atribuição de horas de pesquisa esteja vinculada a existência de um projeto de pesquisa e não apenas à inserção formal em um Grupo de Pesquisa;
Meta X.4 - Alterar o regulamento da atribuição de horas de pesquisa para que essa atribuição esteja relacionada às ações de cada docente no projeto de pesquisa (orientação de TCC; orientação de IC; orientação de pós-graduação, participação em eventos científicos com anais, atuação como revisor e avaliador de eventos e revistas científicas, submissão e publicação de artigos em periódicos indexados.
Usuario(a): valdir.junior@unioeste.br - em 24 de Outubro de 2024
Representação: Centro de Ciências Sociais Aplicadas - CCSA/Foz
Criação de uma nova ação no Objetivo estratégico 11 - Ampliar a Comunicação e a divulgação das atividades da Unioeste:
Objetivo Específico X - Contratar equipe técnica para produzir o conteúdo para a Comunicação e Televisão, além de auxiliar na transmissão de eventos híbridos ou online.
Mexa X.1 - Criar Assessoria de Comunicação em todos os campi
X.1.1: Elaborar um plano de trabalho detalhado para a Assessoria de Comunicação, definindo as atribuições de cada profissional, os canais de comunicação a serem utilizados e as métricas de avaliação.
X.1.2: Realizar um diagnóstico das necessidades de comunicação de cada campus, identificando os públicos-alvo e as principais demandas.
X.1.3: Promover a integração entre as assessorias de comunicação dos campi, estabelecendo um fluxo de informações e garantindo a padronização da comunicação institucional.
Usuario(a): silvia.bertuol@unioeste.br - em 23 de Outubro de 2024
Representação: Centro de Educação, Comunicação e Artes - CECA/Csc
10 - Consolidar as Políticas de Inclusão social
-consertar o elevador, arrumar a rampa de acesso do prédio novo de sala de aula pois a mesma é muito íngreme e um cadeirante não consegue subir sozinho.
-manter a rampa de acesso externa na entrada do RU limpa ,pois a mesma estava cheio de galhos e acadêmico cadeirante estava sofrendo para passar.
Usuario(a): daniele.pereira@unioeste.br - em 21 de Outubro de 2024
Representação: Campus de Francisco Beltrão - CFB
1- Precisamos de assessoria de comunicação no campus. temos dificuldade em criar artes para ebventos, logos para projetos, entre outras coisas necessárias na realidade contemporânea.
2- É preciso prever licença-maternidade e paternidade para acadêmicos, diferente do afastamento para doença. É outra realidade, e implica muito na evasão.
3-Precisamos de um sistema prático para os processos administrativos. É muito dificil baixar audiências e fazer o upload no eprotocolo que não suporta arquivos grandes. Muito sofrível.
4-Os NPJs precisam de sistemas gestores de processos para ter maior controle e organização. Precisam de computadores que funcionem.
Usuario(a): - em 16 de Outubro de 2024
Representação: Colegiado de Agronomia (MCR) - ClgAgr/MCR
O PDI está muito focado em infraestrutura... Porém, deve-se prever objetivos, metas e ações para RH/vagas para secretarias pra consolidação dos cursos de graduação, a exemplo da Agronomia.
Usuario(a): Helena.bejio@unioeste.br - em 15 de Outubro de 2024
Representação: Biblioteca de Campus - cMCR-Bbl
Item 2 - Gestão Adm.eficiente (5) - Ação 2.1.1.4 – Criação de módulo para que acadêmicos insiram demanda de nada consta na Biblioteca desde a conclusão de cursos, bem como antes dos acessos às pós-graduações ...
Usuario(a): Helena.bejio@unioeste.br - em 15 de Outubro de 2024
Representação: Biblioteca de Campus - cMCR-Bbl
19.12 - Instalar, reformar e modernizar
Fazer um diagnóstico da estrutura do prédio da Biblioteca de MCR (fissuras, rachaduras, pinturas, etc...);
Realizar um diagnóstico, para adequação do sistema de energia e iluminação da Biblioteca;
Provisionar os recursos necessários; processos licitatórios, etc e executar ...
Usuario(a): daniel.albrecht1@unioeste.br - em 15 de Outubro de 2024
Representação: Pró-Reitoria de Planejamento - PROPLAN
TESTE
Usuario(a): isaura.zanardini@unioeste.br - em 10 de Outubro de 2024
Representação: Centro de Engenharias e Ciências Exatas - CECE-Tol
O Colegiado do Programa de Pós-Graduação em Educação – Cursos de Mestrado e Doutorado em reunião do Colegiado realizada em 08 de outubro de 2024, apresenta as seguintes contribuições/reflexões sobre o PDI
Reforça indicações da Carta do Fórum de Coordenadores dos Programas de Pós-Graduação do Campus de Cascavel entregue ao reitor, em especial no que diz respeito à:
• Políticas de incentivo à permanência dos docentes permanentes nos Programas,
• Políticas de incentivo ao credenciamento de novos docentes permanentes nos Programas;
• Políticas de incentivo à permanência de docentes sênior nos Programas;
• Desenvolvimento de políticas de incentivo à permanência dos alunos regulares;
• Melhoria das condições dos laboratórios, espaço físico dos Programas e provimento de apoio técnico qualificado nesses espaços, incluindo Assistentes de Coordenação;
• Desenvolvimento de políticas institucionais de Saúde Mental de docentes, discentes e técnicos dos Programas;
• Continuidade das ações de apoio à internacionalização dos Programas;
• Desenvolvimento de políticas afirmativas.
Nos preocupam as seguintes questões que constam da proposta de PDI submetida à consulta pela comunidade acadêmica:
• Dentre as propostas de valorização e incentivo da pós-graduação e dos professores que atuam na Pós-Graduação, nos preocupa a priorização de elementos da lógica privada em uma Universidade Pública, como por exemplo a forma de realização de cursos de pós-graduação lato sensu mediante parcerias externas e com empresas; a ênfase nas plataformas;
• Do que se tratam as ações de reconhecimento? Caracterizar a competividade entre os docentes? Entendemos que é necessário o reconhecimento e valorização de todos os professores e não apenas os da graduação.
• Entendemos que as condições de trabalho na pós-graduação intensificam nossa sobrecarga de trabalho, e que ações que reveja a falta de AD para as disciplinas ministradas nos cursos de Mestrado e Doutorado poderiam ser uma dessas formas de reconhecimento;
• Com relação ao incentivo à busca de professores com potencial para pesquisa para ingresso nos Programas, destacamos que as áreas estabelecem percentuais máximos para docentes externos e neste caso, o que precisamos é a consolidação de políticas institucionais que incentivem o credenciamento e a permanência de docentes internos. É disso que depende a sobrevivência de nossos Programas.
• No que diz respeito ao PEE sugerimos que seja adicionado à redação: órgão suplementar ou Núcleo
• Na proposta analisada, há casos de confusão entre metas e ações. Sugerimos uma revisão cuidadosa;
• No item 13.8 sugerimos acrescentar o estímulo ao aprendizado de línguas estrangeiras pelos docentes e questionamos se “divulgar” daria conta deste estímulo
• 13.9 O correto é língua portuguesa
Usuario(a): tiago.kluber@unioeste.br - em 1 de Outubro de 2024
Representação: Colegiado do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação em - CCET/Csc-21
Prever a clara cedência de carga-horária para professores de outros campi para atuar em Programas de Pós-graduação de interesse institucional.
Ação: induzir o trânsito de docentes por meio de carga-horária destinada à pós-graduação, quando atuar em campi distinto de sua lotação.
Esse aspecto se alinha ao que prevê o plano nacional da pós-graduação, PNPG (2024-2029), acerca de sugestões de inovações na pós-graduação, conforme o item 3, p.145" Promoção da transversalidade intra e trans institucional". Ainda que este item se refira à contribuição do estado de Alogoas, essa é uma prática ad hoc já realizada na Unioeste, mas que enfrenta problema locais, muitas vezes o docente fica sobrecarregado no seu centro por trabalhar na pós-graduação.
Usuario(a): tiago.kluber@unioeste.br - em 1 de Outubro de 2024
Representação: Colegiado do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação em - CCET/Csc-21
Valorizar a carga-horária do docente que atua na pós-graduação, com uma forma de incentivo à permanência e incremento à verticalização da Unioeste.
Historicamente a Pós-graduação é vista como um excedente na universidade. Porém, dado o crescimento e a ampla atuação dos docentes, é necessário integrar, para além de atividades ad hoc, a carga-horária da pós-graduação e graduação, como lugares distintos, mas de igual valor. Os centros ainda balizam a sua carga-horária primeira pela graduação e depois pela pós-graduação, quando isso não é mais possível dada a responsabilidade de quem atua na graduação e pós-graduação.
Usuario(a): tiago.kluber@unioeste.br - em 1 de Outubro de 2024
Representação: Colegiado do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação em - CCET/Csc-21
Estabelecer metas claras de investimento na pós-graduação, deste infraestrutura específica, como projetos para novos prédios e espaços de permanência.
Ao revisar a minuta, há apenas uma menção a investimento é e de terceiros. É necessário se alinhar às exigências da CAPES, assumindo financeiramente os programas de pós-graduação.
Escolha o formato do arquivo que deseja baixar: